09/07/2020

Política

Deputada pede que governo aplique em hospitais parte de empréstimo

Por Wanderson Camêlo As solicitações de empréstimos, que ultrapassam a casa dos R$ 3 bilhões, feitas pelo governo do Piauí à Assembleia Legislativa do Estado […]

Publicado por: Luciano Coelho 06/05/2020, 09:32

Por Wanderson Camêlo

As solicitações de empréstimos, que ultrapassam a casa dos R$ 3 bilhões, feitas pelo governo do Piauí à Assembleia Legislativa do Estado continuam dando o que falar. A polêmica agora diz respeito ao montante que o governador Wellington Dias (PT) pretende aplicar nas ações voltadas ao combate da pandemia de coronavírus: apenas RS 150 milhões, de acordo com a deputada estadual Teresa Britto (PV).

A deputada Teresa Britto (Foto: divulgação)

A parlamentar gravou um vídeo, publicado em redes sociais, tratando do assunto. “Precisamos que esses recursos sejam devidamente investidos em prol da população!”.

Na gravação ela também ressalta a condição atual de hospitais do interior, como o de Corrente (sul do estado), e cobra que uma parcela maior das operações de créditos solicitadas pelo executivo seja aplicada na reestruturação dos postos de saúde do estado.

Como mostrou a imprensa local e nacional (a exemplo do site O Antagonista), em meio à pandemia do novo coronavírus, o governador do Piauí pediu à Assembleia Legislativa autorização para um empréstimo de R$ 1 bilhão junto ao Banco do Brasil.

No final do ano passado, foi enviada à casa legislativa pelo executivo piauiense mensagens para a aquisição de outros empréstimos. A primeira, no valor de R$ 1,5 bilhão, seria destinada ao financiamento de ações de integração entre as políticas econômica. O dinheiro de outra operação de crédito, no valor de até R$ 1,2 bilhão, deverá ser aplicado, segundo o governo, no alongamento da dívida pública estadual em contratos com garantia da União.

De acordo com o bloco de oposição na Alepi, o governo ainda não apresentou plano detalhado de aplicação do dinheiro dos empréstimos que pretende adquirir. Todas as mensagens ainda estão sendo analisadas pelos deputados.

Leia também

Contato
  • (86) 99972-0111
  • redacao@notempo.com.br
No Tempo