06/08/2020

Renovar conceitos

21 de junho de 2019

No Piauí, o difícil é  sair do discurso de boas idéias para práticas responsáveis e de resultados.Aprendendo com o passado e olhando para o futuro.

SEGURANÇA

Devemos muito, gastamos mal e não temos como pagar. Esse é o problema! A prova: tivesse como o balanço geral publicado revelaria, e lá fica claro o quanto está pendurado e o que está guardado na gaveta do poder.

LRF

Responsabilidade fiscal é conceito pouco difundido e pouco praticado no Piauí. As penalidades para quem gasta o que não tem deveriam ser muito mais pesadas do que são.

A CONVERSA MUDOU

Quando candidato, o atual governador, de quatro mandatos, atuou para impedir a chegada de recursos para obras planejadas. Mas nem lembra. Como gestor, já se viu que é o cara de todos os atrasos, carente de reunir condições. Sempre.

SUICÍDIO

No caso da subconcessão do saneamento de Teresina, a AGESPISA foi obrigada a cometer suicídio institucional: perder seu maior cliente – Teresina. Deu adeus ao subsídio cruzado que desfrutava para manter os sistemas do interior.

ALONGAMENTO

Faz pouco tempo, quem não lembra? O Piauí alongou o perfil de suas dívidas. Foi com o Wilson Martins, governador. Os bons efeitos conquistados já foram perdidos. Um período de governo depois, lá está o velho Piauí repetindo a prática: tenham pena de nós!

FUNDO DO POÇO

Parece não ter fim o buraco em que fomos metidos. Todo dia recebemos sinal de fim de linha. Em seguida, somos surpreendidos com mais uma novidade proposta pelo GWD na busca de gerar receita a qualquer preço: aumenta impostos; faz arrocho fiscal; elastece a tabela de pagamento mensal de ativos e inativos; atrasa pagamentos de fornecedores, terceirizados, conveniados, consignados, paralisa  ou abandona obras, compromete os serviços públicos essenciais; faz operações de antecipação de receitas; quer vender prédios públicos; faz PPP sem estudo sério. A novidade agora é venda de terras públicas a preço de banana.

Tudo faz para evitar o óbvio: que o Governo seja obrigado a deter a gastança desenfreada que sustenta a super base política distanciada dos reais interesses  do Piauí.

Veja: o Governo promete vender terras fixando o preço do hectare, independente da razão que motiva ou motivou invasões e ocupações irregulares. Chama isso de regularização fundiária.

A promessa é assim: quem tiver na posse de terras públicas poderá se regularizar pagando R$ 350,00 ( trezentos e cinqüenta reais) por hectare invadido. Sejam fazendas, pessoas ou empresas. Quer dizer, tu pagas alguma coisa e eu te regularizo para que você ganhe crédito no mercado.

O Governo Dias usará como biombo para sua real intenção famílias de agricultores em posse de pequenas áreas, para alcançar fazendeiros e empresas. Fazendo assim, levará alegria a grileiros de terras. Bom negócio para os envolvidos. Menos para o Piauí, que entregará patrimônio público sem questionar a origem da ocupação.

Valeu o boi!

PROVISÃO

E desde quando governo falido faz provisão de receitas para pagamento do décimo terceiro salário?

O nosso GWD dá sinais de que tem memória curta e se enrola nas promessas feitas, negadas pelas novas promessas que faz.

CANTORIA

Prefiro  amigos a inimigos / São gostos diferentes /Não sou chegado  / a torcer contra / a favor, é melhor/ Amigos trazem alegrias / Inimigos, medos / Faço questão de ter amigos / e deles recordo / histórias / momentos / situações/ Nem lembro bem/ se inimigos tenho / Sou amigo melhor / e péssimo inimigo / Tem aqueles que guardo / e outros que descarto / pelo caminho.

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