10/07/2020

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Depois de paralisação, ônibus voltam a circular em Teresina

Por Wanderson Camêlo O Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviários de Teresina (Sintetro) pôs fim à paralisação do transporte coletivo da capital, deflagrada na manhã […]

Publicado por: Luciano Coelho 28/04/2020, 10:16

Por Wanderson Camêlo

O Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviários de Teresina (Sintetro) pôs fim à paralisação do transporte coletivo da capital, deflagrada na manhã desta segunda-feira (27). A decisão foi tomada depois de reunião, ainda na noite de ontem, entre integrantes da entidade com o Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Passageiros de Teresina (SETUT).

Diante disso, os ônibus voltaram a circular normalmente nesta terça-feira (28).

O presidente do Sintetro, Fernando Feijão (Foto: divulgação)

Em vídeo divulgado em grupos de WhatsApp, o presidente do Sintetro, Fernando Feijão, confirmou que o Setut entrou em acordo com cada empresa de ônibus do sistema Inthegra. O acordo tem como base a medida provisória 936, do Governo Federal, instituída para evitar demissões em massa.

“Estávamos até agora discutindo a questão da situação nossa do dia a dia, a diretoria do Sindicato decidiu por acabar com a paralisação amanhã, de não continuar com a paralisação, de suspender. Todos os senhores que estão escalados amanhã podem se dirigir aos seus postos de trabalho. As empresas, através do SETUT, formularam acordo individual em cima da MP-936 para todas as empresas. Cada trabalhador vai ter de assinar um acordo individual”, declarou Feijão, na gravação.

Paralisação por curto tempo

A informação da paralisação viralizou na manhã desta segunda-feira (27). Os motivos, segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviários de Teresina, são os atrasos salariais e as demissões que vêm acontecendo.

O Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Passageiros de Teresina disse, por meio de nota, que as empresas de ônibus tinham sido pegas de surpresa com a paralisação dos serviços. A entidade alegou que o movimento não foi comunicado oficialmente por parte do Sintetro.

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