13/07/2020

Economia

Em live com Rodrigo Maia, Rafael Fonteles pede urgência na votação da reforma tributária

Por Wanderson Camêlo O secretário da Fazenda do Piauí, Rafael Fonteles, representando o Comitê Nacional de Secretaria Estadual da Fazenda (Comsefaz), do qual é presidente, […]

Publicado por: Luciano Coelho 23/06/2020, 14:23

Por Wanderson Camêlo

O secretário da Fazenda do Piauí, Rafael Fonteles, representando o Comitê Nacional de Secretaria Estadual da Fazenda (Comsefaz), do qual é presidente, defendeu a aprovação da reforma tributária nacional ainda este ano. Para ele, a pandemia do novo coronavírus mostrou, ainda mais, a necessidade de uma análise urgente da pauta por parte do Congresso.

O secretário de Fazenda piauiense, Rafael Fonteles (Foto: divulgação)

“Com relação à pandemia (do novo coronavírus), a gente acha que só deu mais urgência a essa necessidade da reforma tributária. E se puder ampliar também para atacar as distorções dos impostos sobre renda e patrimônio… O sistema tributário brasileiro ir aos poucos aumentando tributação sobre renda e diminuindo a tributação sobre o consumo, de forma a preservar a carga tributária, pelo menos, a gente acha que é um bom caminho”, defendeu Fonteles.

Ainda segundo Rafael, a otimização do sistema tributário vai ser responsável pela diminuição das desigualdades no país. “É a reforma que tem condições de melhorar o ambiente de negócios, gera o crescimento econômico e combater as desigualdades no nosso país é a reforma tributária. Na nossa visão ela é a grande reforma”, disse.

As declarações foram dadas durante live promovida pelo Congresso em Foco, em parceria com a Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite) e o Movimento Viva (assistam ao vídeo acima). Também participaram o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) e o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM).

Na live, Maia anunciou que a Proposta de Emenda à Constituição que trata sobre a reforma tributária, hoje em uma comissão mista, deve seguir para votação na Câmara até a segunda quinzena de agosto deste ano.

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