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Segunda, 12 de novembro de 2018
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Luciano Coelho - 08/11/2018 17:48


Dever de Casa

 
Está na moda o envio de cartas com sugestões sobre o que poderia ser feito para melhorar a gestão pública. O senador Ciro Nogueira entregou uma carta para o governador Wellington Dias sugerindo a redução no tamanho da máquina do Estado, com a diminuição do número de coordenadorias e secretárias, dentre outras medidas de economia.
 
Essa carta que foi entregue pelo próprio senador em mãos ao governador com um trabalho técnico  propondo mudanças na previdência social, reestruturação da máquina administrativa, nova política de recursos humanos, implantação de plano de racionalização das despesas de custeio e a definição de prioridades para o plano de desenvolvimento econômico do Estado.
 
Mas os aliados até hoje se fala nessa carta. Onde vai cortar? O que vai extinguir? Onde e como enxugar? E o mais preocupante para a base do governo: Quem vai ficar de fora dessa estrutura depois dos cortes? Isso sim, preocupa os políticos. Afinal, só é oposição quem não pode ser governo.
 
Pois bem, a moda da carta pegou. O vereador Dudu do PT diz que participou da campanha e ajudou a eleger o senador Ciro Nogueira. Portanto, ele sugeriu um mandato participativo e, assim como Ciro sugeriu medidas para Wellington, Dudu quer a oportunidade de indicar pessoas para o gabinete e também indicar a destinação das emendas do senador. Não sei se isso é chumbo trocado ou fogo amigo.
 
Mas o engraçado é que essas orientações com o discurso de enxugamento da máquina, cortes, reestruturação do tamanho do Estado só aconteceu mesmo depois das eleições. Até porque, antes não seria possível manter esse tipo de discussão, sob o risco de não conseguirem êxito nas urnas.  Nesse caso, a revolta começaria por parte dos próprios aliados.
 
Bem, pois vamos para a prática. O governo diz que vai cortar na própria carne. Se é que ainda tem carne. De tanto problema, já estamos só a pele e os ossos, e sobra muito pouco para cortar. Se o essencial não está funcionando, vai cortar o que mesmo? Será que ainda existe supérfluo no Governo? Não acredito nisso! E justiça seja feita, Wellington Dias no início do governo enxugou a máquina. Só que depois a inchou de novo.
 
Por outro lado, temos situações estáveis. Não favoráveis, mas estáveis. A Prefeitura de Teresina por exemplo. Foi destaque em educação, mobilidade e urbanismo. A prefeitura adotou um planejamento, com a contratação de uma consultoria que ajudou a identificar gorduras que poderiam ser queimadas na administração municipal, desde o início da administração.
 
Várias medidas foram adotadas que inicialmente resultou numa economia de R$ 60 milhões. E não pararam por aí. Tem um monitoramento semanal para continuar reduzindo despesas e enxugando gastos. Houve ações para reduzir os gastos com despesas com aluguel de imóveis, com locação de carros dentre outros.
 
Já que existe uma parceria administrativa entre os governos de Firmino Filho e de Wellington Dias. E o senador Ciro Nogueira, o autor da carta, é amigo dos dois, e já apontou os problemas da administração estadual, nada mais justo que ele faça esse meio de campo para que o Estado possa adotar o modelo da Prefeitura para cortar os gastos no Governo. Se a Prefeitura conseguiu, porque o Governo do Estado não consegue? Nem que seja cortando no osso, já que na carne está difícil!






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