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Segunda, 10 de dezembro de 2018
SAÚDE EM CRISE
Funcionários da saúde vão parar atividades este mês no Piauí
LUCIANO COELHO/ JÚNIOR MEDEIROS - 05/12/2018 13:17
Os dois sindicatos reclamam o não cumprimento de acordo firmado por intermédio do Judiciário. Eles alegam que não houve o enquadramento de carreira e nem o pagamento do reajuste salarial e a correção da inflação. Pelas contas, a soma do acumulado passa de 37%.
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(Foto: Reprodução/ Ascom Simepi)

 

Os funcionários da saúde do estado ameaçam parar as atividades ainda este mês. Segundo os sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Piauí (Sindespi) e o Sindicato dos Auxiliares, Técnicos e Enfermeiros do Estado do Piauí (Senatepi), as duas categorias representam 96% da mão de obra da saúde. Os enfermeiros alegam que essa situação coloca em risco as pessoas que precisam de atendimento de saúde, sobretudo nesse período de fim de ano, quando aumentam a quantidade de ocorrências e acidentes.

Os dois sindicatos reclamam o não cumprimento de acordo firmado por intermédio do Judiciário. Eles alegam que não houve o enquadramento de carreira e nem o pagamento do reajuste salarial e a correção da inflação. Pelas contas, a soma do acumulado passa de 37%.

O diretor jurídico do Senatepi, Francisco Alex, informou que todos param em função do não cumprimento do acordo. São os auxiliares, técnicos e enfermeiros ainda vão deliberar sobre a paralisação. O Sindespi, que tem os nutricionistas, fonoaudiólogos, copeiros, dentre outros, também anunciaram paralisação.

“Por conta dessa situação, onde já temos um número defasado de pessoal,  o governo vai colocar a população em risco de vida, porque vai comprometer todo o atendimento. O governo não pagou o dissidio coletivo e não cumpriu o acordo feito através do Tribunal de Justiça”, acrescentou o sindicalista.

As secretarias de Saúde e de Administração já foram notificadas para se manifestarem. Os profissionais reivindicam o enquadramento de carreira e o aumento linear, assim como o reajuste pela inflação o período. “Estamos há seis anos sem reajuste. E nem a reposição da inflação. Por isso, estamos paralisando as atividades. Já pararam parte na Maternidade Dona Evangelina Rosa e parte do Hospital Getúlio Vargas”, finalizou o diretor do Senatepi.

Na semana passada, o Sindicato das Empresas de Asseio e Construção do Estado do Piauí (Seac-PI) e o Sindicato das Empresas de Valores do Estado do Piauí (Sindespi)  entregou ofícios ao governo Wellington Dias, com cópias para as secretarias de Fazenda e de Administração, informando que estavam paralisando as atividades por conta de um atraso de mais de 90 dias de atrasos nos pagamentos de empresas terceirizadas. A dívida ultrapassa R$ 100 milhões.

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