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Quinta, 24 de janeiro de 2019
SAÚDE PÚBLICA
Pacientes estão sendo internadas na recepção da Maternidade Evangelina Rosa
JÚNIOR MEDEIROS - 07/11/2018 16:45
Profissionais da saúde exibiram um cartaz no hospital informando sobre o problema. A diretoria da maternidade discorda do quadro alarmante que foi denunciado pelos servidores.
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(Foto: Reprodução)

A Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina, exibiu um comunicado no hospital, nessa terça-feira (6), alertando a população que não há mais vagas para internação. O anúncio está gerando problemas entre profissionais da saúde e pacientes. Segundo equipe médica, além da falta de atendimento, não há leitos suficientes, macas e nem medicamentos.

A diretoria da maternidade discorda do quadro alarmante que foi denunciado pelos servidores.

“As pacientes todas estão sendo atendidas, não estamos deixando de atender e de assistir ninguém. Mas, as pacientes estão sendo informadas de que as internações estavam sendo feitas na recepção da maternidade. E algumas pacientes internadas também em consultório”, diz a denunciante.

Como consequências, mulheres grávidas lotaram a recepção da maternidade, sendo três aguardavam atendimento em um centro cirúrgico que estava ocupado por recém-nascido.

“Muitas vezes as pacientes estão passando o dia inteiro aqui, na admissão, esperando subir para o centro cirúrgico porque lá em cima não tem vaga. No centro cirúrgico, hoje, apenas duas salas de cirurgia estão funcionando e os procedimentos sendo realizados a passos lentos mesmo. Porque duas salas de centro cirúrgico estão ocupadas com bebês internados no berço", disse a denunciante.

Os médicos também reclamam que faltam medicamentos, alguns considerados básicos para o atendimento às mulheres gestantes. A diretoria da maternidade discorda do quadro alarmante que foi denunciado e começou falando sobre os supostos atrasos nos salários dos servidores.

 

 

Sobre a falta de medicamentos básicos para pacientes gestantes, o diretor também nega as afirmações. “Nós tivemos um ponte negativo por conta de processos vencidos e de licitações em andamento, que estamos terminando de resolver. Já resolvemos uma grande parte e em 15 dias todo o processo de licitação, de aquisição de insumos, medicamentos, materiais cirúrgicos estejam resolvidos”, declarou o diretor.“Há uma preocupação por parte dos servidores da casa, quando chega o final do ano sem receber os seus salários. E também há uma preocupação do Governo do Estado, da Secretaria de Saúde e da maternidade, em manter a praxe o pagamento até o fechamento do ano financeiro que é até o dia 20 de dezembro”, disse Francisco Macedo, diretor da maternidade.

Sobre a superlotação, Francisco Macedo informou que há sempre problemas de lotação assim como existem períodos em que sobram vagas. Ele confessou que há problemas no funcionamento adequado da rede. Alega ter recebido entre 50 e 55% de rico baixo e médio risco que podem ser tratados na base, que são os municípios onde as gestantes residem.

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